O que é energia? Precisamos de energia, por exemplo, para acender a luz, preparar nossas refeições e nos transportar de carro até a escola, a praia.
Essa energia vem de um conjunto de fontes que formam o que chamamos de matriz.

A valorização do potencial brasileiro de fontes de energia renovável e de baixo carbono, atraem olhares do mundo todo. A produção de combustíveis limpos é uma saída para todos os países na busca de excelência, na sua relação econômica e corrida de evolução nesse setor, que é considerado a alma da engrenagem mundial. A produção de biocombustível renovável é uma oportunidade “SUI GENERIS” que significa espécie única, representando o que hoje, o Oriente Médio, é para o Petróleo. Podemos então resumir o que é combustível verde: “e a integração dos veículos flex, híbridos e elétricos, é a segunda geração do etanol, e o nosso biodiesel, é o diesel verde, e o combustível sustentável da aviação. É a captura e estocagem do carbono, tudo isso é o combustível do futuro.


“O Brasil tem condições de ser exemplo para o mundo em termos de matriz elétrica sustentável”, afirma especialista. Reportagem(08/21/2018)

A relatora especial da ONU sobre a questão indígena pediu todas as autoridades dos Estados Unidos que adotem práticas consistentes ao consultar tribos indígenas do país sobre projetos que possam afetar os seus direitos.
A opção eólica apresenta um competitivo mercado econômico, devido ao seu preço, por outro lado, ao se ampliar a sua oferta de energia, enfrenta-se a necessidade de expansão de potência complementar, devido a limitação para o atendimento aos requisitos de potência e variabilidade de produção.
A tecnologia fotovoltaica, apresenta na realidade, custos de implementação não competitivos, com as demais fontes de geração centralizada.
Espera que o horizonte entre esses anos, os custos de implementação, reduzam em cerca de 30%, podendo chegar até 40%, o que se observa em todo o mundo.
A bioeletricidade, aquela em especial, proveniente do bagaço de cana, se mostra bastante competitivo. É claro que, o direcionamento desse energético para a produção de açúcar e álcool, concorre diretamente com o uso no setor elétrico.

A bioeletricidade proveniente do bagaço de cana, possui um “negócio” multicommodity (é um termo que corresponde a produtos básicos globais não industrializados, seja matérias-primas, que não se diferem independentemente de quem as produziu ou de sua origem, sendo seu preço uniformemente determinado pela oferta e procura internacional), envolvendo a comercialização de quatro produtos: açúcar, etanol, eletricidade e créditos de carbono (ou certificados de reduções de emissões). Por exemplo, essas são as classes de commodities energéticas que incluem a eletricidade, o gás, o carvão e o petróleo. A eletricidade tem a característica particular de geralmente não ser armazenável com economicidade, pelo que tem de ser consumida de imediato após sua geração.

A opção a gás natural se apresenta até o momento como a referência natural para a expansão de geração termelétrica. A curto e médio prazos, o GNL importado representa o combustível padrão para o desenvolvimento de novas usinas. Esses fatores fazem dessa produção de energia uma grande corrida nos dias atuais, compreendendo a paralização momentânea da engrenagem econômica e social, interferindo no desenvolvimento da sociedade, como um todo, para organizar e atender politicamente a necessidade de construção mundial, de uma estrutura, para atender o desenrolar de mais de 50 anos após a pandemia, servindo de paradigma a base estrutural do mecanismo de reconstrução do mundo globalizado. O desenvolvimento das reservas do pré-sal, ainda com horizonte incerto, poderá ampliar significativamente a contribuição do gás natural na matriz energética brasileira.
Em relação ao carvão mineral nacional, o aproveitamento para novas plantas esbarra nas dificuldades ambientais e na falta de financiamentos.

As usinas hidrelétricas reversíveis se apresentam como uma alternativa bastante atraente para o atendimento a ponta. Sua operação se caracteriza pelo bombeamento da água de um reservatório inferior para um reservatório elevado, em períodos de menor demanda, fornecendo potência ao sistema durante os períodos de maior demanda. O lado negativo é que as hidrelétricas reversíveis são mais complexas do que as usinas hidrelétricas convencionais, pois exigem equipamentos adicionais, como bombas e tubulações, para permitir a movimentação da água entre os reservatórios.

Foram concluídos os estudos de inventário hidrelétrico da bacia hidrográfica do Rio Uruguai, no trecho compartilhado entre Argentina e Brasil, através dos quais foram identificados dois possíveis aproveitamentos hidrelétricos — Garabi e Panambi. Atualmente as instituições governamentais de ambos os países preparam a retomada desses estudos, que sofreram paralisações em decorrência de questões ambientais, no sentido de cumprir o objeto do Tratado para o “Aproveitamento dos Recursos Hídricos Compartilhados dos Trechos Limítrofes do Rio Uruguai e de seu Afluente o Rio Pepiri-Guaçu”, firmado pelos governos em 1980.

O rio Peperi-Guaçu é um curso d'água internacional localizado na fronteira do Brasil com a Argentina. Nasce no território do município de Dionísio Cerqueira, no extremo oeste catarinense.
Jornalista e militar Eduardo Machado Ramos


